💥 POLÉMICA NA HCB: ROQUE SILVA RECEBE 467 MIL METICAIS SEM EXERCER FUNÇÕES OPERACIONAIS
Uma nova polémica está a incendiar o debate político em Moçambique e envolve um nome de peso da FRELIMO: Roque Silva.
O antigo secretário-geral do partido no poder foi nomeado administrador não-executivo da Hidroeléctrica de Cahora Bassa pelo então Presidente Filipe Nyusi, mas as revelações sobre os benefícios associados ao cargo estão agora a provocar fortes reações.
🚨 467 Mil Meticais Sem Presença Diária?
Segundo informações tornadas públicas, Roque Silva aufere uma remuneração mensal estimada em cerca de 467 mil meticais, valor equivalente a aproximadamente 58 salários mínimos nacionais.
O detalhe que mais está a gerar indignação é o facto de o cargo ser não-executivo, o que significa que não exige presença diária nem envolvimento operacional regular na empresa.
Nas redes sociais e círculos políticos, multiplicam-se perguntas incómodas:
👉 Como justificar salários milionários num país com elevado custo de vida?
👉 O cargo representa mérito técnico ou recompensa política?
👉 Até quando empresas públicas continuarão a servir de abrigo para figuras partidárias?
⚡ HCB Volta ao Centro da Tempestade
A Hidroeléctrica de Cahora Bassa é considerada uma das empresas estratégicas mais importantes do país, responsável por grande parte da produção de energia eléctrica nacional e regional.
Por isso, qualquer movimentação envolvendo altos dirigentes desperta imediatamente atenção pública.
Críticos afirmam que estas nomeações reforçam a ideia de captura do Estado por elites políticas ligadas ao partido governamental, enquanto defensores argumentam que figuras experientes podem contribuir ao nível estratégico e institucional.
🔥 Ligações Políticas Voltam a Ser Questionadas
O facto de Roque Silva ser visto como próximo de Filipe Nyusi está a alimentar acusações de favoritismo político e distribuição de privilégios dentro da elite governamental.
Alguns sectores da sociedade civil defendem maior transparência sobre critérios de nomeação, remunerações e benefícios atribuídos em empresas participadas pelo Estado.
💣 Revolta Popular Cresce
Num contexto marcado por desemprego juvenil, aumento do custo de vida e dificuldades económicas, o caso está a gerar forte indignação popular.
Muitos cidadãos consideram escandaloso que altos dirigentes continuem a receber valores considerados astronómicos, enquanto milhares de famílias lutam diariamente para sobreviver.
A polémica promete aquecer ainda mais o debate sobre governação, desigualdade e gestão de recursos públicos em Moçambique.

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