RELATÓRIO QUE NINGUÉM ESPERAVA”
A tensão dentro da instituição ficcional não diminuiu após o choque entre Sérgio Banze e o PCA Gabriel Júnior. Na verdade, aumentou. E muito.
De acordo com o novo capítulo da narrativa, poucos dias depois da reunião tensa, um relatório confidencial começou a circular discretamente entre diretores, assessores e alguns quadros de confiança. Ninguém assumiu a autoria, mas todos sabiam: aquilo era dinamite política pura.
O documento, de 27 páginas, analisava o impacto das “contratações de estrelas” feitas por Gabriel Júnior e continha alertas pesados sobre riscos de desestabilização interna.
O relatório começava com uma frase que se tornou viral:
🔥 “Nenhuma instituição sobrevive quando o brilho pesa mais que a competência.”
⚡ O DOCUMENTO APONTA “CRISE DE IDENTIDADE”
O texto dizia que a instituição estava a passar por uma crise silenciosa, alimentada por três fatores:
Excesso de figuras mediáticas contratadas em pouco tempo.
Quadros antigos a sentirem-se substituídos e desvalorizados.
Ambições pessoais alimentadas por influência política externa, dentro da ficção.
O relatório apontava que, se nada fosse feito, o clima interno poderia “descambar para uma rebelião administrativa”, onde chefes e departamentos poderiam começar a bloquear decisões estratégicas — não por incompetência, mas por ressentimento.
💣 BANZE TERIA RECEBIDO O DOCUMENTO PRIMEIRO
Segundo a ficção, Sérgio Banze foi o primeiro a receber o relatório através de uma entrega anónima. Ele teria lido o documento lentamente, página por página, enquanto marcava os trechos mais explosivos com um lápis vermelho.
A obra descreve que, ao terminar a leitura, Banze teria murmurando consigo mesmo:
🔥 “Se isto chegar às mãos certas, ele cai. Se chegar às mãos erradas, caímos todos.”
O dilema era claro:
O relatório poderia ser uma arma. Mas também uma armadilha.
🧨 GABRIEL JÚNIOR DESCOBRE A EXISTÊNCIA DO RELATÓRIO
Dias depois, através de uma fuga de informação interna, Gabriel Júnior descobriu que havia um documento a circular pelas sombras, questionando a sua gestão. O enredo descreve o PCA como alguém que não recua perante crises e que detesta sentir que está a ser desafiado pelas costas.
De acordo com a narrativa, Gabriel chamou imediatamente a sua equipa mais próxima e teria dito:
🔥 “Quem escreveu isto tem medo. E quando um homem tem medo, mente. Vamos descobrir quem está a espalhar rumores.”
O tom da história muda a partir daqui:
O conflito já não é apenas político.
É pessoal.
E explosivo.
🌪️ DIVISÃO INTERNA: GUERRA FRIA DENTRO DA INSTITUIÇÃO
A ficção apresenta um cenário onde funcionários começam a formar blocos:
O bloco Banze — discreto, disciplinado, preocupado com a “instituição de raiz”.
O bloco Gabriel — moderno, ousado, crente em inovação e visibilidade.
O bloco silencioso — os que preferem observar, mas que podem decidir o destino de ambos.
O relatório, segundo a narrativa, começou a circular como fogo em capim seco, alimentando intriga, suspeitas, olhares desconfiados e conversas murmuradas em corredores vazios.
🌐 REAÇÃO DO PÚBLICO: INTERNET EM CHAMAS
Assim que partes do relatório ficcional vazaram online, o público reagiu com força:
💬 “Este enredo parece mais real do que devia.”
💬 “O Banze está a preparar uma jogada grande!”
💬 “O país precisa desta série completa.”
💬 “Quem é o autor disto? Isto é veneno político puro.”
Críticos literários dizem que este capítulo representa o ponto onde a ficção deixa de ser apenas entretenimento e passa a ser espelho das tensões profundas presentes em muitos sistemas administrativos.

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