“NHONGA” NA MOZAL EXPLODE! — CHAPO TERIA SIDO ENGANADO POR GRUPO DE 7 NHONGUISTAS E NEGOCIAÇÃO TERMINA EM HUMILHAÇÃO PÚBLICA
A crise política e empresarial ganhou novos contornos após o fracasso retumbante da alegada tentativa de pressionar a empresa Mozal por parte de um grupo de sete indivíduos descritos como “nhonguistas profissionais”. A operação, que teria contado com a cobertura informal do Governo, tornou-se num dos episódios mais comentados da semana — e um dos mais embaraçosos para as estruturas que tentaram orquestrar o plano.
💥 O PLANO QUE DEU ERRO DESDE O INÍCIO
Segundo fontes próximas ao processo, os sete nhonguistas convenceram o Presidente moçambicano Daniel Chapo de que a empresa não teria alternativa senão aceitar um “acordo de compensação”, apresentado internamente como nhonga.
A narrativa que venderam era simples:
A Mozal estaria dependente da boa vontade do Governo;
O contexto político era favorável para “apertar a empresa”;
Seria fácil repetir a estratégia utilizada noutras negociações históricas, como nas do tempo de Joaquim Chissano;
E, sobretudo, acreditavam que estavam na sua vez de “comer”.
Com autoconfiança exagerada e promessas internas de ganhos rápidos, avançaram para o confronto.
💣 MAS A RESPOSTA FOI UM TAPA SEM MÃO
Ao contrário do que esperavam, a empresa foi categórica:
não aceitou pressões, rejeitou pagamentos indevidos e recusou qualquer acordo duvidoso.
Em resumo:
👉 A Mozal mandou o grupo “à fava” e seguiu com as suas operações sem ceder a chantagens.
O plano desmoronou-se de forma tão rápida que deixou os organizadores desnorteados — e expôs o Governo a um constrangimento público que, segundo analistas, era totalmente evitável.
😳 CHAPO TERIA SIDO ENGANADO?
A grande discussão agora gira à volta de um ponto central:
Daniel Chapo foi induzido ao erro pelos nhonguistas?
Segundo fontes internas, sim.
O Presidente teria sido levado a acreditar que:
a empresa cederia facilmente;
o país tinha força negocial maior do que a realidade;
e que a operação era “segura”, sem risco de repercussões públicas.
Mas o desfecho foi o oposto:
🔥 um “tiro político no pé”.
⚠️ O DIA DO ACERTO DE CONTAS
Agora, espera-se que Chapo venha a público esclarecer o que aconteceu.
Internamente, fala-se que ele deverá admitir que foi enganado por indivíduos que queriam enriquecer sem trabalhar, usando o Governo como escudo político.
Se isso acontecer, será uma das declarações mais fortes e embaraçosas do seu mandato até agora.
💬 REACÇÕES NAS REDES SOCIAIS
O episódio tornou-se viral instantaneamente:
Uns ridicularizam os nhonguistas pela “ganância sem inteligência”;
Outros criticam o Governo por se deixar envolver em esquemas;
Muitos pedem uma investigação formal;
E há quem diga que isto “é só a ponta do iceberg”.
Hashtags como #NhongaGate, #ErroEstratégico e #ChapoExpliqua já dominam as plataformas digitais.
💥 IMPLICAÇÕES POLÍTICAS
Este fracasso levanta questões graves:
Quem autorizou a pressão sobre a empresa?
O Governo está a ser capturado por grupos de interesse?
Há mais casos semelhantes escondidos?
E como isso afeta a imagem internacional do país?
Num momento em que Moçambique tenta atrair investimentos e fortalecer relações externas, este episódio cria fissuras difíceis de ignorar.

Comentários
Enviar um comentário