✈️🔥 LAM PREPARA MUDANÇA DE NOME PARA “AIR MOÇAMBIQUE”, MAS POPULAÇÃO APONTA O VERDADEIRO PROBLEMA: “NÃO É O NOME… SÃO OS NHONGUISTAS!”
A companhia aérea nacional LAM – Linhas Aéreas de Moçambique está a preparar uma transformação estratégica que inclui a mudança do nome para Air Moçambique. A medida surge como parte de um plano de “renovação de imagem” e “rebranding” destinado a resgatar a credibilidade da empresa, que há anos enfrenta dificuldades financeiras, operacionais e reputacionais.
Mas, para a esmagadora maioria dos moçambicanos, essa mudança está longe de tocar no verdadeiro problema.
💥 “MUDAR O NOME NÃO LEVANTA AVIÕES”
Nas redes sociais, trabalhadores, passageiros e críticos do governo já reagiram de forma contundente:
“Podem mudar para Air Moçambique, Air Maputo ou Air Quanza… enquanto forem os mesmos nhonguistas a gerir, nada muda!”
A crítica é direta: a população acredita que os responsáveis pela má gestão, acusados popularmente de “nhonguismo”, são o verdadeiro peso que impede a companhia de voar — e não a sua marca ou identidade visual.
📉 ANOS DE CRISE E ESCÂNDALOS
A companhia aérea nacional tem sido alvo de:
atrasos constantes,
cancelamentos sem aviso,
défices financeiros crónicos,
aviões parados no chão,
escândalos de gestão,
fugas de profissionais qualificados,
e denúncias de nepotismo e corrupção interna.
Para muitos analistas, o rebranding é apenas uma tentativa de “maquilhar a crise” e criar a ilusão de mudança sem enfrentar os problemas estruturais.
🛬 O REBRANDING É APENAS UM FOGUETE FUMADO?
Especialistas alertam que uma mudança de nome:
não resolve a dívida,
não aumenta a frota,
não melhora a manutenção,
não profissionaliza a gestão,
e não devolve a confiança dos passageiros.
Ao contrário, pode ser apenas mais uma despesa milionária em consultorias, design e documentação — num momento em que a empresa mal consegue garantir voos estáveis.
🔥 CRÍTICA POLITIZADA: “A LAM ESTÁ CAPTURADA”
A ala mais politizada da opinião pública afirma que a companhia aérea tem sido usada como:
bolsa de empregos partidários,
máquina de nomeações políticas,
fonte de privilégios e esquemas internos,
e veículo de interesses privados travestidos de públicos.
Segundo esta visão, nenhuma reestruturação terá sucesso enquanto a empresa não for libertada da influência política e dos grupos internos que, segundo a população, “comem mais do que deixam voar”.
🗣️ O QUE O POVO DIZ?
Nas redes sociais, críticas e sarcasmo multiplicam-se:
“Air Moçambique — agora com 0% de voos e 100% de promessas!”
“Mudam o nome, mas não mudam os gestores que caem de paraquedas.”
“Rebranding não é reforma, é distração.”
A percepção geral é que o nome é o último dos problemas.
🏛️ GOVERNO PROMETE TRANSFORMAÇÃO… MAS SEM DETALHAR COMO
Embora a mudança de nome tenha sido confirmada em discussões internas, ainda não foram apresentados:
planos de recuperação financeira,
auditorias públicas,
novos modelos de gestão,
ou garantias de despartidarização.
O receio é que o rebranding seja apenas mais uma operação cosmética financiada pelo Estado.
🚨 CONCLUSÃO: A MUDANÇA DE NOME PODE ATÉ SER BONITA, MAS SE OS PROBLEMAS FOREM OS MESMOS… OS AVIÕES CONTINUAM NO CHÃO
A transformação de LAM para “Air Moçambique” pode gerar manchetes, novos logótipos e discursos políticos, mas não engana o público. A opinião dominante é simples:
“A LAM não precisa de novo nome. Precisa de nova gestão.”
Enquanto isso, passageiros continuam a enfrentar atrasos, incertezas e um serviço que, para muitos, já perdeu altitude há muito tempo

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