Há momentos em que o silêncio pesa mais do que mil discursos… e hoje foi um desses momentos.
Graça Machel falou com o coração nas mãos, com a voz embargada e os olhos cheios de lágrimas. Não foi um discurso político comum. Foi um desabafo de mãe, de cidadã, de alguém que sente profundamente a dor deste país.
Ela disse que sente muito por Moçambique… que dói ver o sofrimento do povo, a luta diária nas famílias, a juventude sem oportunidades, as mães sem pão na mesa, os pais sem esperança no olhar. E no meio dessa emoção toda, fez uma declaração que ninguém esperava.
Disse que se a escolha dependesse apenas dela, entre Daniel Chapo e Venâncio Mondlane, escolheria Venâncio. Não pela pessoa em si. Não por interesses. Mas pelo amor que ele demonstra por este país. Pelo sentimento que transmite quando fala de Moçambique. Pela paixão que mostra ao defender o povo.
Segundo ela, o que o país precisa neste momento não é apenas de promessas — precisa de amor verdadeiro pela nação. Precisa de líderes que sintam a dor do povo como se fosse sua. Que não governem por poder, mas por missão.
As palavras dela ecoaram fundo. Foram sinceras, emocionadas, quase um grito de socorro. Porque quando alguém como Graça Machel fala com lágrimas nos olhos, não é teatro… é sentimento.
E agora fica a pergunta: estamos preparados para ouvir a verdade quando ela é dita com o coração? 🇲🇿
Hoje não foi apenas uma declaração. Foi um apelo. Foi emoção pura. Foi amor por Moçambique acima de qualquer bandeira

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