Graça Machel “quebra o silêncio” e aponta cumplicidade na morte de Samora: “Não foi acidente, foi sabotagem”
Numa revelação que abalou o imaginário político moçambicano, Graça Machel surge como a voz que “expõe” décadas de suspeitas em torno da morte de Samora Machel. Segundo esta narrativa ficcional, a antiga Primeira-Dama declara que o falecimento do Presidente, ocorrido em Mbuzini, não teria sido resultado de um acidente, mas sim de uma ação minuciosamente planeada por figuras poderosas do próprio sistema.
De acordo com esta história imaginária, Graça teria apontado Joaquim Chissano e Alberto Chipande como figuras que, supostamente, teriam agido movidos por ambição desmedida e um desejo profundo de controlar o destino político do país. Na alegação ficcional, ambos teriam sido descritos como homens que se viam como “donos do país” e que estariam determinados a evitar que Samora continuasse a moldar Moçambique à sua maneira.
Na versão apresentada neste enredo , a sabotagem da aeronave teria sido o passo final de um plano elaborado em sigilo, envolvendo interesses internos e externos que temiam a força política e carismática do Presidente Samora. A narrativa sugere que o líder teria se tornado “um obstáculo gigante” para aqueles que ambicionavam consolidar poder absoluto.
A história, apesar de totalmente reacende discussões sobre o legado de Samora e a longa sombra das teorias de conspiração que marcaram décadas de debate nacional. O enredo provoca, inquieta e desperta a imaginação sobre o que poderia ter acontecido nos bastidores da história moçambicana.

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