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FMI PROPÕE

 






🚨🔥 FMI PROPÕE MEDIDAS DURÍSSIMAS PARA MOÇAMBIQUE: ELIMINAÇÃO DO 13.º SALÁRIO E CONGELAMENTO DE REMUNERAÇÕES A PARTIR DE 2026!

Uma recomendação explosiva do Fundo Monetário Internacional (FMI) está a sacudir os bastidores económicos e políticos de Moçambique.

Segundo documentos preliminares de avaliação económica, a instituição defende que o país adote medidas de austeridade já em 2026, incluindo duas mudanças profundamente polémicas:

Eliminação do 13.º salário,

Congelamento das remunerações da função pública por tempo indeterminado.

A proposta caiu mal entre trabalhadores, sindicatos e analistas — e já começou a gerar um clima de forte tensão.

😱 UM PACOTE DE AUSTERIDADE QUE PODE MUDAR O PAÍS — E NÃO PARA MELHOR

De acordo com fontes próximas do processo, o FMI argumenta que Moçambique precisa de um “ajuste estrutural profundo” para estabilizar:

o défice público,

o endividamento crescente,

e a incapacidade do Estado de sustentar a massa salarial.

Contudo, críticos afirmam que as soluções propostas parecem ignorar totalmente o impacto social devastador que estas medidas podem causar num país onde a maioria dos trabalhadores vive com salários já insuficientes.

🔥 13.º SALÁRIO EM RISCO: UMA DAS MEDIDAS MAIS TEMIDAS

A eliminação do 13.º salário é vista como um ataque direto ao bem-estar dos trabalhadores públicos, sobretudo porque este rendimento extra é para muitos:

o único alívio anual,

uma forma de pagar dívidas acumuladas,

e uma garantia mínima para enfrentar a inflação.

Sindicatos classificam a recomendação como “um golpe brutal contra o trabalhador moçambicano”.

💥 CONGELAMENTO SALARIAL: UM PAÍS ESTAGNADO?

O FMI também sugere que o Estado congele salários até que as finanças públicas “recuperem estabilidade”.

Na prática, isso significa:

sem aumentos,

sem progressões reais,

e sem revisão remuneratória — mesmo com a inflação a subir todos os anos.

Economistas independentes alertam que tal medida pode paralisar sectores essenciais, como a educação e a saúde, já marcados por greves, desmotivação e êxodo de profissionais qualificados.

⚠️ REAÇÕES POLÍTICAS: INDIGNAÇÃO, MEDO E MUITO SILÊNCIO ESTRATÉGICO

A recomendação apanhou muitos dirigentes de surpresa.

Nos bastidores, comenta-se que:

alguns governantes temem o impacto político explosivo,

outros veem no FMI uma “boia de salvação” para justificar decisões impopulares,

e há quem acredite que o Governo pode usar estas propostas como desculpa para impor cortes já desejados internamente.

O silêncio público das autoridades apenas aumenta a especulação.

🌋 REACÇÕES NAS REDES SOCIAIS: UMA VERDADEIRA ERUPÇÃO

A população reagiu imediatamente:

“Querem empobrecer ainda mais o povo”, dizem muitos indignados.

“As elites nunca sentem austeridade”, criticam outros.

“O FMI só vem para tirar, nunca para ajudar”, repetem análises populares.

A tendência dominante? Revolta, desconfiança e medo do futuro.

🔍 O QUE SE SEGUE AGORA?

Embora ainda não haja uma decisão formal do Governo, o envio das recomendações é suficiente para acender todos os alarmes:

O país aceitará ou rejeitará o pacote de austeridade?

Haverá negociações para soluções menos agressivas?

Como reagirão os sindicatos?

O Governo está disposto a enfrentar uma onda de contestação pública?

Uma coisa é certa: as próximas semanas serão decisivas para o futuro económico e social de Moçambique.

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