🔥 ESCÂNDALO BANCÁRIO ABALA MAPUTO: PRESSÕES, MILHÕES E NOMES SENSÍVEIS ENVOLVIDOS — O DOSSIÊ QUE NINGUÉM QUERIA VER EXPLODIR!
Um alegado conflito explosivo envolvendo altos nomes da elite política e financeira moçambicana volta a incendiar o debate público. No centro da polémica está o Banco Comercial e de Investimentos (BCI) — Banco Comercial e de Investimentos — e a pressão que teria sido exercida sobre dois influentes devedores ligados à esfera do antigo Presidente Filipe Nyusi — Filipe Nyusi.
Fontes próximas ao sector financeiro alegam que Pedro Ferras, então administrador do banco, teria insistido de forma “contundente e repetida” para que fosse regularizada uma dívida colossal, avaliada em cerca de 300 milhões de meticais. O valor, segundo as mesmas fontes, seria imputado ao filho de Lúcia Ribeiro e a uma figura do círculo familiar de Nyusi.
As supostas cobranças, descritas como “persistentes e cada vez mais tensas”, teriam desencadeado fricções severas entre as partes. Relatos apontam que os visados recusavam-se a assumir a responsabilidade pela dívida, situação que teria deixado a gestão do BCI numa posição delicada, especialmente considerando o peso político e social dos nomes envolvidos.
Em círculos internos do banco, comenta-se que Pedro Ferras teria sido colocado sob enorme pressão, enfrentando o dilema entre proteger a integridade financeira da instituição ou navegar cuidadosamente entre figuras de grande influência nacional. A alegada recusa dos devedores em avançar com o pagamento teria criado um clima quase insustentável, alimentando rumores de interferências externas e tentativas de silenciamento.
Enquanto o caso ganha novo fôlego nas redes sociais e em grupos de análise política, especialistas alertam para o que chamam de “padrão recorrente” em que instituições financeiras acabam expostas a situações sensíveis envolvendo elites políticas, um fenómeno que levanta questões profundas sobre governança, transparência e equilíbrio de poder no país.
Até ao momento, nenhuma das figuras mencionadas comentou oficialmente o assunto, e o próprio banco mantém silêncio, alimentando ainda mais o caráter enigmático e inflamável deste dossiê. Entretanto, a opinião pública segue dividida: há quem veja o episódio como mais um capítulo de um sistema capturado por interesses particulares, e há quem considere tudo isto uma manobra política cuidadosamente orquestrada.
O certo é que este novo escândalo — verdadeiro ou amplificado — já entrou no centro da conversa nacional. E, mais uma vez, Moçambique encontra-se perante um relato que mistura poder, milhões, silêncio e tensão… tudo no tabuleiro sensível onde política e finanças se cruzam.

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