AGENTE DA UIR QUEBRA O SILÊNCIO E FALA EM PAGAMENTO PARA PROTEGER VENÂNCIO MONDLANE
Uma revelação surpreendente está a agitar o xadrez político e os corredores da segurança em Moçambique. Um indivíduo que se identifica como agente da Unidade de Intervenção Rápida (UIR) veio a público afirmar que teria sido pago um determinado valor monetário para garantir a proteção de Venâncio Mondlane, uma das figuras políticas mais mediáticas do país.
Revelação que levanta poeira
Segundo o alegado agente, o pagamento não teria sido um ato isolado, mas parte de um esquema organizado, cujo objetivo seria assegurar a integridade física e a movimentação controlada de Venâncio Mondlane em momentos considerados sensíveis. As declarações, feitas de forma informal e ainda não confirmadas por fontes oficiais, começaram a circular nas redes sociais e rapidamente despertaram curiosidade, choque e debate intenso entre cidadãos.
“Ordens vinham de cima”
O suposto agente afirma que a missão de proteção não teria surgido por iniciativa própria, mas sim como resultado de ordens superiores, acompanhadas de incentivos financeiros. Embora não tenha revelado nomes nem valores concretos, o declarante sugere que existem interesses maiores por trás da proteção, levantando suspeitas sobre possíveis jogos de influência dentro dos órgãos de segurança.
Silêncio oficial e muitas perguntas
Até ao momento, a UIR e o Comando-Geral da Polícia da República de Moçambique não se pronunciaram oficialmente sobre o caso. O silêncio das autoridades apenas alimenta a especulação pública, com muitos cidadãos a questionarem:
Quem pagou?
Com que objetivo?
A proteção era legal ou paralela aos mecanismos normais do Estado?
Reações nas redes sociais
Nas redes sociais, o assunto tornou-se viral. Há quem veja a alegação como prova de conflitos internos no aparelho de segurança, enquanto outros defendem que pode tratar-se de uma tentativa de desinformação para manchar reputações ou criar instabilidade política.
Presunção de inocência e direito de resposta
Importa sublinhar que todas as alegações carecem de confirmação oficial. Venâncio Mondlane, até ao momento, não se pronunciou publicamente sobre o assunto, mantendo-se o princípio da presunção de inocência. Especialistas em comunicação e direito alertam para a necessidade de prudência, defendendo investigações sérias antes de qualquer conclusão.
Um caso para acompanhar
Enquanto o país aguarda esclarecimentos, esta revelação promete continuar a gerar polémica e pressão sobre as instituições. Caso confirmada, poderá abrir um debate profundo sobre o uso de recursos, a neutralidade das forças de segurança e a transparência no exercício do poder em Moçambique

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