😱💥 ESCÂNDALO NA AVIAÇÃO: EX-DIRECTOR DA LAM EXPLODE BOMBA POLÍTICA E ENVOLVE ALTAS FIGURAS DA FRELIMO 💥😱
Um novo capítulo explosivo acaba de abalar o sector empresarial e político moçambicano. O antigo Director-Geral da LAM - Linhas Aéreas de Moçambique, João Pó Jorge, fez revelações bombásticas que voltam a colocar a gestão da transportadora aérea no centro de um alegado esquema de desvio milionário de fundos públicos.
💣 ORDENS VIRIAM DIRECTAMENTE DO EX-PRESIDENTE
Segundo as declarações atribuídas ao ex-gestor, parte das decisões financeiras mais controversas da empresa não eram tomadas dentro da própria instituição. João Pó Jorge afirmou que recebia instruções diretas do então Chefe de Estado, Armando Guebuza, numa cadeia de comando paralela que, alegadamente, ultrapassava todos os mecanismos formais de controlo e transparência.
💸 FACTURAS DE 7 MILHÕES PAGAS A 45 MILHÕES
Os detalhes descritos pelo ex-director-geral são de cair o queixo:
Eram-lhe apresentadas facturas no valor de 7 milhões de meticais;
No entanto, os pagamentos finais atingiam os 45 milhões de meticais;
Dentro do próprio esquema, João Pó Jorge diz ter recebido 15 milhões de meticais como “bónus”.
Este desfasamento gigantesco, caso confirmado pelas autoridades, constituiria um dos maiores escândalos financeiros já registados na empresa pública.
🔥 ENVOLVIMENTO DE OUTROS QUADROS DA FRELIMO
As alegações não param por aí. O ex-gestor afirma ainda que várias figuras políticas, alegadamente ligadas ao partido FRELIMO, também faziam parte do mecanismo de desvio de fundos.
Embora João Pó Jorge não tenha, até agora, revelado publicamente todos os nomes, fontes internas sugerem que o esquema teria ramificações muito além da LAM, envolvendo indivíduos com poder e influência em diferentes sectores do Estado.
🚨 UM ESCÂNDALO QUE PODE ABALAR AS ESTRUTURAS DO ESTADO
Estas revelações colocam novamente a transportadora nacional no centro de um debate aceso sobre:
captura do Estado,
corrupção institucionalizada,
e responsabilidade política em empresas públicas estratégicas.
O Ministério Público já está sob forte pressão para aprofundar as investigações, enquanto a opinião pública exige transparência total e responsabilização — independentemente do cargo ou do estatuto político dos envolvidos.
🔍 A GRANDE PERGUNTA: QUEM MAIS ESTAVA NO ESQUEMA?
As declarações de João Pó Jorge deixam mais interrogações do que respostas. Se as ordens realmente vinham de tão alto, quantas pessoas sabiam? Quem beneficiou? E por que razão o esquema durou tanto tempo?
Moçambique assiste agora, mais uma vez, a um verdadeiro terremoto político, que promete intensificar o clima de tensão e desconfiança já existente entre a população e as instituições públicas.

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