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CRISE NA GUINÉ-BISSAU EXPLODE E NYUSI “DISPARA PERGUNTAS” QUE ABALAM A POLÍTICA REGIONAL










CRISE NA GUINÉ-BISSAU EXPLODE E NYUSI “DISPARA PERGUNTAS” QUE ABALAM A POLÍTICA REGIONAL


Para consideração dos Digníssimos Deputados, uma onda de tensão política e institucional tomou conta da Guiné-Bissau após as eleições mais polémicas da década, e foi o Chefe da Missão de Observação Eleitoral, Filipe Nyusi, quem lançou as declarações mais contundentes.


Durante uma entrevista exclusiva à Rádio Moçambique, Nyusi rompeu o silêncio diplomático habitual e questionou, de forma directa e desconfortável, a ausência da divulgação dos resultados eleitorais:


> “As eleições correram bem e existe vencedor. Se eu quiser ser mais modesto, existem resultados e esses resultados devem ser publicados. Não se pode evitar. Por que se evita?”


A afirmação caiu como um trovão em Bissau, onde o ambiente político já estava inflamado. Nyusi reforçou que nada justificava a ocultação:


> “Porque se aceitou que houvesse eleições lá? Até à última hora, quando se selaram as urnas, não havia problema nenhum. Os resultados existem. Têm de ser publicados.”


💥 CNE DIZ QUE MATERIAL FOI VANDALIZADO – MAS PAÍS JÁ ESTÁ NUM VAZIO DE PODER


A Comissão Nacional de Eleições alegou que o material eleitoral foi vandalizado, impossibilitando a tabulação e divulgação.


Mas a explicação não convenceu:


O Presidente foi deposto e encontra-se foragido;


O outro candidato declara vitória, mas está “em parte incerta”;


Os militares assumiram o controlo, instaurando um Governo de facto.



A situação transformou-se numa tempestade institucional, onde cada actor político tenta reivindicar legitimidade num palco sem árbitro oficial.


⚠️ E AGORA? A PERGUNTA QUE ECOA NO PARLAMENTO: QUEM GANHOU?


O silêncio da CNE e o caos pós-eleitoral levantam suspeitas e alimentam teorias políticas explosivas. E é precisamente neste ponto que as declarações de Nyusi se tornam politicamente radioactivas:

ele não apenas questiona — ele exige publicação dos resultados.


Para muitos analistas, o recado é claro:


> “Se houve eleição, há resultados. Se há resultados, por que o mundo não os está a ver?”


🔥 CONCLUSÃO: UMA BOMBA DIPLOMÁTICA EM PLENA LUSÓFONOESFERA


A crise da Guiné-Bissau já é, por si só, um incêndio.

Mas a entrada de uma figura de peso da região com críticas públicas tornou-a ainda mais explosiva.


No Parlamento, nos corredores diplomáticos e nas redes sociais, uma frase ecoa forte:


“Publicar resultados não é opção. É obrigação.”


E enquanto isso…

a Guiné-Bissau continua sem Presidente, sem governo ci

vil e sem resultados oficiais — mas com militares ao volante.

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