Joaquim Chissano e Venâncio Mondlane em encontro de alto risco: velha guarda e nova oposição preparam pacto que pode abalar Maputo”
Num clima político cada vez mais tenso, circula a narrativa de que Joaquim Chissano, antigo estadista e figura moral da República, teria finalmente recebido Venâncio Mondlane para uma conversa restrita sobre o futuro político e a governação em Moçambique — um encontro que, segundo fontes da história que se conta, já estava a ser aguardado como um momento decisivo para o país.
De acordo com essa versão, os dois teriam saído do encontro com um entendimento preliminar para um acordo bilateral, algo que, se confirmado, poderia reconfigurar alianças, desafiar velhos centros de poder e abrir um novo capítulo no xadrez político nacional.
O ponto que mais ferveu as redes?
👉 A suposta revelação de que Joaquim Chissano estaria “muito ansioso” por esta reunião, vendo nela uma oportunidade para “restaurar a responsabilidade política” e pressionar por um modelo de governação mais inclusivo — um recado indireto à elite dominante.
A narrativa elevou o calor político: analistas já falam em “movimento sísmico”, sectores da oposição celebram como se fosse prenúncio de mudança, enquanto figuras do establishment veem o rumor como uma ameaça à estabilidade dos seus próprios interesses.
Seja mito, estratégia ou visão de futuro, uma coisa é certa: o simples cenário de Chissano abrir portas a Mondlane já provoca tremores na paisagem política moçambicana. E, por vezes, na política, um rumor bem colocado pesa tanto quanto um discurso oficial.

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